Editorial dedicado ao M.D. Presidente da Câmara e ao sr. Secretário de Comunicação Social do município -"Seo Abbas Salin Abdul-kaliq, meu falecido avô materno era Barbeiro, era um "FORASTEIRO, UM LIBANÊS QUE FEZ A VIDA NO BRASIL"

Cidadania

Vim daqueles que escolheram a pátria Amada, Brasil, para deitarem seu sangue, seu suor, suas lágrimas e sorrisos!
Sou nascido em Paranavaí, todos os meus filhos e filha nasceram aqui mas sou, por parte de Dona Latif, minha Mãe, neto de Seo Abbas Salin, que se estabeleceu na cidade da Lapa-Pr. onde é morto.
Abbés, como era chamado, era Barbeiro e cortava o cabelo dos Cavalheiros da pacata Lapa.
“Forasteiro”, Abbés formou família, mas continuou em sua humildade analfabeta, em árabe, em espanhol e em português, apenas um Barbeiro.
Sou Brasileiro, mas sou sim filho e neto de ”forasteiros” que com orgulho e humildade escolheram a Pátria nossa para viverem.
“Forasteiro mas Cidadão Brasileiro por puro amor” pois no meio do século passado existia ainda um tal ranço burro que discriminava aos trabalhadores de outras nacionalidades que aqui vinham fazer a vida.
Portanto vejo com tristeza há quem, por pura maldade, ao contrário de buscar as vias Legais, quer fazer crer que o Empresário e Vereador Presidente da Câmara Municipal de Paranavaí, agora julga Brasileiros que ”são ou não de Paranavaí” com o rótulo de “forasteiro”
Não posso crer. Eu conheço o cidadão desde moço. Tentam me fazer acreditar que o tal transitado em julgado “forasteiro” seja o secretário de Comunicação Social, Jornalista Eduardo Nakamura, tão estrangeiro quanto a Mãe Menininha do Gandóis [Gantuá].
Cabe ao Eleitor[a] saber;
É errado publicar as obras de uma administração Pública municipal?
É certo existir uma Casa de Leis cuja platéia não tem lugar para obesos, mancos, tanços aleijados, e/ou pessoas com déficit de mobilidade?
Posso é fazer saber por hora, que o espaço deste Blog está disponível para quem de Direito achar que deve responder.
E, mercê de DEUS que tudo não passe de um mal entendido
A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las.
Santo Agostinho
Assina; Gabriel Esperidião Neto [ do barbeiro que cortava cabelos na Lapa e que, ao cabo de sua vida, nem impostos ficou devendo]

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