Noticiamos que uma Moçinha (Andriely-estudante de Direito) havia dado alarme da pânico durante vídeo de Facebook e depois SUMIU – HOJE ACHARAM O CORPO DA JOVEM NA ESTRADA DA GRACIOSA

Violência

De maneira oficial, porém, a identificação só poderá ser confirmada após realização de exames no IML
Por Felipe Ribeiro em 09 de junho Portal Banda B, 2018 as 15h19.
Foto: Reprodução Facebook
Exato um mês após o desaparecimento, a família de Andriely Gonçalves da Silva, de 22 anos, reconheceu o corpo encontrado às margens da Estrada da Graciosa como sendo da jovem. O reconhecimento foi feito neste sábado (9) por meio de uma blusa e de uma tatuagem encontrada no braço da vítima. De maneira oficial, porém, a identificação só poderá ser confirmada após realização de exames no Instituto Médico Legal (IML).
A pedido do IML de Paranaguá e também da Delegacia do Alto Maracanã, que é responsável pela investigação, o corpo foi encaminhado ao IML de Curitiba, onde passará por exames complementares, como o da arcada dentária.
A mãe de Andriely, Cleusa Gonçalves, descreveu em uma rede social o sentimento após a possível confirmação de identidade. “Deus, hoje é um dia muito triste. Segura minha mão senhor”, postou.
A estudante de Direito sumiu no dia 9 de maio e, desde então, a família não havia tido mais notícias sobre o paradeiro. O corpo atribuído a ela foi encontrado no quilômetro 9 da Estrada da Graciosa, em Morretes, no Litoral do Paraná, na tarde de sexta-feira (8).
Suspeito
O principal suspeito de ter matado Andriely é o soldado da Polícia Militar (PM) Diogo Coelho Costa, ex-marido dela. Ele está preso desde o dia 19 de abril, depois que imagens de câmeras de segurança mostraram o momento em que o policial saiu de casa com a jovem na madrugada em que aconteceu o desaparecimento.
Na última semana, a mãe de Andriely fez o exame de DNA que vai analisar a mancha de sangue encontrada no veículo de Diogo. A prisão temporária vence no próximo dia 19. A partir das investigações, a Polícia Civil pode pedir à Justiça a prorrogação do prazo ou a conversão para prisão preventiva.
A Delegacia do Alto Maracanã segue investigando o caso.

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