Policia, trabalho

Sindicato Rural de PARANAVAÍ faz doação de Celulares à 2ª COMPANHIA DE POLÍCIA MILITAR/PR sede Paraíso do Norte-Pr.

Visando contribuir com o policiamento preventivo regional e, especialmente, com a segurança no campo, o Sindicato Rural de Paranavaí promoveu a doação de quatro aparelhos de telefone celular para a 2ª Companhia da Polícia Militar, com sede em Paraíso do Norte. A Companhia tem jurisdição sobre quatro municípios que fazem parte da extensão de base do Sindicato: Tamboara, Nova Aliança do Ivaí, Amaporã e Mirador. Os aparelhos de celular serão usados pelos destacamentos da PM destes municípios.

A entrega dos equipamentos aconteceu na sede do 8º Batalhão (jurisdição da 2ª Cia) ao major Ademar Carlos Paschoal, capitão Ricardo Cesar Gral e comandantes dos destacamento contemplados por um grupo de diretores do Sindicato. Além de doar os aparelhos, o Sindicato vai custear um plano de telefonia com internet.

Os aparelhos têm grande importância no trabalho policial para transmissão de dados (especialmente fotos), acompanhamento das redes sociais (hoje a polícia acompanha as redes sociais em trabalhos preventivos e investigativos) e como GPS, importante para deslocamentos em áreas rurais, segundo explica o capitão Gral, comandante da Cia. “Os aparelhos vão facilitar a ação policial e torná-las mais eficiente”, disse o major Paschoal, que comanda o 8º BPM.

SEGURANÇA RURAL – Para o presidente do Sindicato Rural de Paranavaí, Ivo Pierin Júnior, a doação vai fortalecer a segurança nos quatros municípios da extensão de base, “Naturalmente melhora também a segurança no meio rural, que é o nosso maior foco”, diz ele. Os produtores rurais terão acesso ao número destes telefones que podem facilitar a comunicação com a PM.

Por outro lado, Gral informou que estará iniciando em breve um cadastro dos moradores no campo a fim de facilitar e aprimorar o policiamento na área rural.

Por outro lado, os dirigentes sindicais e os policiais militares discutiram a possibilidade de doar um drone para o 8º Batalhão. Os oficiais explicaram que este equipamento é bem-vindo e que o Batalhão tem um tenente que já se preparou para operar drones. Acentuaram que para a atividade policial o equipamento tem que preencher alguns requisitos como uma câmera de alta resolução. Por isto, um aparelho para o uso eficiente da polícia custaria em torno de R$ 12 mil.

Os dirigentes entenderam que o valor não é tão alto pelo retorno que o aparelho pode dar em termos de segurança a comunidade. O Governo do Estado ainda não disponibiliza estes equipamentos (celulares, drones etc) e nem verbas para adquiri-los. “É necessário que a Polícia Militar possa contar com mais tecnologias para ampliar sua eficiência”, disse Pierin Júnior, na sexta-feira, durante a entrega dos celulares. Informou que pretende mobilizar a comunidade para viabilizar a aquisição do drone e disponibilizá-lo para a PM.